Edição nº 1532 - 26 Agosto de 2016
Muitas vezes nos desgastamos por coisas que, examinadas em detalhe, não merecem tanta atenção. Detemo-nos em pequenos problemas e questões que supervalorizamos.
Um estranho, por exemplo, pode nos dar uma fechada no trânsito. Ao invés de esquecê-lo e continuarmos em frente, convencemo-nos de que esse motivo é mais do que suficiente para que passemos o dia todo sentindo raiva. Ficamos repetindo em nossas mentes diversas vezes o ocorrido: remoendo a situação ou narrando para outras pessoas o incidente, em vez de simplesmente esquecê-lo.