Jornal O Estado do Triângulo - Sacramento
Edição nº 1771 - 26 de Março de 2021

Arinaldo e Guilherme Kassabian encontram-se com José Alberto Costa, autor da música da canção, 'Vem morar em Sacramento'

Edição nº 1754 - 27 de Novembro de 2020

O eletricitário aposentado, Arinaldo Paiva e seu filho, o músico Guilherme Kassabian Paiva, maestro da Banda Lira do Borá, estiveram em Belo Horizonte recentemente e, na oportunidade, visitaram o músico, José Alberto Costa, autor da música da canção, 'Vem morar em Sacramento' também conhecida por 'Sacramento, meu amor', cuja letra é da sacramentana, Deia Loiola. Pelas saborosas letra e música, a canção acabou por se tornar o segundo hino da cidade, sempre cantada para dar as boas-vindas a quem chega a Sacramento.

 

“Foi uma recepção calorosa, uma acolhida muito boa. José Alberto é uma pessoa muito cativante e nos mostrou um caderno com muitas composições suas, muitas letras de músicas que ele fez em homenagem a várias pessoas e lugares, dentre elas está uma homenagens a meu avô paterno, Antero, à Rifaina, Jaguara e a famosa homenagem a Sacramento”, conta Guilherme, enaltecendo o encontro. “Fiquei muito feliz e ganhei de presente os três CDs que ele gravou, um vasto repertório, incluindo algumas canções defendidas em festivais com boa classificação, inclusive um segundo lugar”, revelou Guilherme. 

De acordo com o maestro, José Alberto tem a música como segunda atividade. “A música é uma atividade paralela e ele foi enfático em afirmar que a música nunca lhe deu um centavo, embora sempre tenha composto várias canções e cantado em vários lugares. Tinha muita vontade de conhecê-lo e agora tive essa oportunidade através do meu pai”, declara Guilherme. 

Para Arinaldo Paiva, que conheceu José Alberto na construção da Usina de Jaguara, o músico representou muito para os moradores da Vila de Jaguara nos anos 1970/80. “Eu era adolescente e aprendi algumas posições no violão com ele. Ele gostava muito dos meus pais, tanto que compôs uma canção para cada um deles. A do meu pai, Antero, tem como título, “Tenho você como se fosse meu pai”, e da minha mãe, “Você representa minha mãe”. Ele era uma pessoa muito querida por toda nossa família, tanto que meus pais foram conhecer os pais dele em Belo Horizonte”. 

Falando sobre a visita, Arinaldo explica que Guilherme sempre quis conhecê-lo e que a sua localização, depois de tantos anos, foi fácil, porque a família continua no mesmo endereço. “Fui olhar numa agendinha antiga e encontrei o contato dele que, felizmente não mudou. Foi um encontro muito agradável com ele e sua esposa, Vânia, e ficamos também conhecendo seus filhos. Eles formam de fato uma família muito cativante. Foi inesquecível esse reencontro para mim, e o primeiro encontro para Guilherme”.