Jornal O Estado do Triângulo - Sacramento
Edição nº 1771 - 26 de Março de 2021

Sak's encerra o ano com festa

Edição nº 1395 - 03 Janeiro 2014

A empresa Sak´s encerrou o ano de 2013 com chave de ouro, na segunda-feira, 30, quando reuniu cerca de 600 pessoas, entre funcionários e convidados, no Pacheco´s Buffet, para a festa anual de confraternização e homenagens a funcionários e ao empresário José Renato pelos 25 anos da empresa completos em 4 de agosto. 

A noite de festa começou com a apresentação dos mais antigos  funcionários  da Sak´s,  ao lado de José Renato: Isabel Crisitna Pinhal, Maria de Lourdes Batista, Maria de Lourdes de Oliveira, Pereira, Hilda Antonia Trajano, Maria Aparecida Rosa, Vanilda Roda de Paula, Júlio Cerci, Maria Lúcia Batista Florêncio, Jovani Silvério de Melo, Adrriano Guarato, Cirene Aparecida de Carvalho, Almir Gomes, José Antonio Marques, Valdir Donizete,  Marcelo José Santana e  Leonardo  Bernardes da Silva há 25 anos na Sak´s, desde os dez anos de idade. Homenagens também ao funcionário de quase 20 anos, José Luiz Malaquias (Formigão) que nunca teve uma falta sequer no trabalho. 

Um dos pontos altos da festa foi a homenagem anual do Funcionário Padrão de cada uma da matriz e das unidades Sak´s, que receberam o abraço e o prêmio do empresário José Renato: Guilherme Ramalho Silva (serigrafista/Sak´s); Joelma Monteiro da Costa (costureira/Artminas); Emilson de Almeida (pespontador/Sak´s Bolsas-Franca); Vandeilson Donizete da Silva (mecânico/Pedboll-Uberaba) e Maria Vilma Medes (Costureira/ Multibag-Franca/Jeriquara). 

Para José Renato, homenagens dos funcionários, uma delas, de Maria de Lurdes de Oliveira Pereira, que agradeceu pelo trabalho “... Agradecer a Deus por todos os momentos maravilhosos que tenho tido na vida; por todos os momentos felizes e por que não os tristes? Muitas coisas aprendi, muitos valores guardei, muitas vitórias conquistei. Por isso, quando comemoramos os 25 anos da empresa Sak´s, também comemoro 25 anos de serviços prestados a ela e novamente quero agradecer a Deus e agradecer a José Renato por ter se tornado essa grande referência em nossa sociedade e essa pessoa tão  preocupada com o próximo, fazendo com que todos nós, integrantes desta Família Sak´s, dividam com ele  este tão grande sentimento de solidariedade através das ações que a empresa realiza. Sou feliz por fazer parte desta história...” 

Homenagem do Jornal  O Estado do Triângulo com a entrega da imagenzinha de Nossa Senhora Aparecida e do Coral dos Funcionários e Heróis do Futuro, regidos por Cláudia Regina Cruvinel.  Encerrando as homenagens, mais uma vez o vídeo institucional  apresentando as unidades e seus colaboradores. 

Depois, a alegria e descontração  reinaram absoluta ao som de muita música e todo o cardápio e bebidas by Pacheco´s Bar. 

 

“VI ESSA EMPRESA  NASCER”

Na festa, presença de Jackson dos Reis Marques, 45, irmão de José Renato, empresário em Apucarana (PR), onde reside há 16 anos, como dono da Evellay Indústria e Comércio de Confecções Ltda, e emprega direta e indiretamente cerca 200 pessoas.

 Jackson fala do orgulho pelos 25 anos da Sak´s. “Vi essa empresa nascer. Começamos com a Emil Modas, depois veio a Sak´s e lá fiquei por um bom tempo, até mudar para Apucarana em 1997, mas trabalhando no mesmo ramo. É uma alegria ver uma festa dessas”, afirma e elogia o irmão que considera ídolo. “José Renato  sempre foi uma caixinha de surpresa, aprendi com ele lá atrás no começo  e continuo aprendendo. Ele é meu ídolo, sempre foi, passamos dificuldades juntos e aprendi com ele a superar. Agora, o que mais me comove é saber que meu irmão é um ser humano admirável, muito humano,  tem um coração muito grande, forte,  que sempre acreditou ser capaz e não vê barreira, principalmente  quando se trata de ajudar o próximo. E o interessante é que ele faz o que faz por amor à terra, porque a sua produção vai toda pra fora”. 

Jackson é casado com Andreia e esteve em Sacramento acompanhado das belas filhas Evellyn, 13 e Laísa, 10. Em Sacramento, Jacson tem o filho Afrânio Marques, que já morou uns tempos em Apucarana.


“NÃO HÁ MUITO O QUE DIZER”

José Renato não falou aos presentes na festa, mas numa rápida entrevista ao ET falou da data. “Essa na verdade é a festa de confraternização dos colaboradores, a festa anual da Sak´s, só que juntou tudo. Mas não há muito o que dizer, basta olharmos para cada um de nós,   analisarmos as pessoas homenageadas: Valdir tinha cabelos pretos, hoje é todo branco; dona Aparecida só tinha cabelos pretos, o José Antônio a mesma coisa.  O  Formigão (Malaquias) tinha cabelo, hoje não tem nenhum fio, o Leonardo hoje está de barba e na época não tinha nem penugem... Eu tinha cabelos castanhos e barriga tanquinho... Acho que hoje tenho muito mais valor. Cada um que está aqui tem alguma coisa a mais   e cada um tem que valorizar o que tem: a barriga, o cabelo branco, a barba, a careca, a ruga. Há 25 anos atrás eu tinha 23 anos, hoje tenho 48 e não troco os 48 pelos 23. Bem... só se eu pudesse viver os 23 com a experiência dos 48. E tudo isso é história. Não são 25 dias, são 25 anos”, afirma e agradece os elogios de Jackson.

“- Tenho-o como um filho, apesar da pequena diferença de idade...Meu filho Victor me lembra o Jackson, tem o mesmo jeito. Nunca o chamei de Jackson, mas em  muitas vezes, ao olhar pra ele, vejo o Jacson na minha frente. É uma proximidade grande, passamos por dificuldades juntos e isso nos fez muito unidos. Temos diferenças, desavenças, mas há uma ligação grande. Pra mim, não tem que vai morrer primeiro, para mim vamos morrer juntos”.

Finalizando, questionamos com José Renato que comanda mais de 500 funcionários,  o que lhe falta na vida  e a resposta veio de pronto: “Paz. Preciso de um pouco mais de paz em todos os sentidos. Muitas vezes as pessoas nos veem como se fôssemos de ferro. Mas sou humano como todas as pessoas. Erro como todo erram, ás vezes até mais que as ouras, mas sinto que as pessoas às vezes exigem de mim além do que sou capaz e isso me angustia.  Perco várias e várias noites de sono. Não tenho férias... Se eu pudesse escolher outra coisa hoje, eu escolheria; mas ao mesmo tempo, penso que se tivesse a mesma energia de antes, escolheria a mesma coisa”.