Jornal O Estado do Triângulo - Sacramento
Edição nº 1771 - 26 de Março de 2021

Mês Cultural do Scala: Dig Dutra e teatro infantil fazem sucesso em Sacramento

Edição nº 1438 - 31 Outubro 2014

O projeto Mês Cultural do Laticínios Scala vem chegando a sua reta final.  Nas últimas duas semanas, estudantes das escolas da cidade e zona rural tiveram a rara oportunidade de assistir a um espetáculo profissional de teatro, 'Vamos brincar de brincar', de Sula Mayrudis. E o outro espetáculo, o show ficou por conta da artista global, Dig Dutra, do Zorra Total, com o divertidíssimo monólogo, 'Se eu vou sobreviver? Não sei...'.

Bem interativo, a peça infantil apresentada nas escolas pelos atores, Letícia Araújo, Davi Procópio e Luiz Magno, produção de Ana Nery Carvalho e direção de José A. Carmmo, levou as crianças ao delírio com as brincadeiras no palco. O espetáculo foi, na verdade, quase uma oficina, onde as crianças puderam participar ativamente da peça, manuseando os objetos cênicos, experimentando os figurinos, máscaras e adereços, despertando em todos a criatividade, imaginação e diversão. 

O projeto do Laticínio Scala vai ao encontro do objetivo maior do teatro, no dizer da gaúcha, Olga Reverbel, uma das maiores autoridades do teatro pedagógico: “O teatro é a arte de divertir, educar, ensinar e manipular os problemas humanos, apresentando-os e equacionando-os”. E foi exatamente isso que as crianças vivenciaram. 

Já a peça de Dig Dutra, espetáculo encenado no Galpão Cultural da Escola Eurípedes Barsanulfo, foi outro sucesso elogiado pelo grande público que se fez presente na noite do último sábado, 25. 'Se eu vou sobreviver? Não Sei...' foi um solo de humor que retrata os extremos da personalidade feminina. 

Escrito, dirigido e interpretado pela atriz global, a peça não mostra um texto pesado, carregado de palavrões. Não, sem apelações, foi um monólogo para toda a família, mostrando as mais engraçadas situações de cinco personagens diante de situações que convivem com o dia a dia da mulher: a supersticiosa, a suicida, hipocondríaca, a psicopata e outra que não aparece no palco por conta da TPM. (Veja entrevista nesta edição).